Espírito Santo registra menor taxa de desemprego da história em 2025
O estado fechou 2025 com apenas 3,3% de desemprego, quarta menor taxa do país. O resultado reforça o dinamismo do mercado de trabalho capixaba e cria um cenário favorável para o setor imobiliário, que se beneficia da estabilidade econômica e do aumento da renda.
O Espírito Santo encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego já registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. Com 3,3% de desocupação, o estado ficou 2,3 pontos percentuais abaixo da média nacional (5,6%) e conquistou a quarta melhor posição entre todas as unidades da federação.
Mercado de trabalho aquecido
Os dados, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o país como um todo também alcançou sua menor taxa histórica em 2025. Mas o desempenho do Espírito Santo se destaca: apenas Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3%) apresentaram índices menores.
O resultado reflete o dinamismo da economia capixaba, impulsionada por setores como comércio, serviços, construção civil e agronegócio. A pesquisa considera todas as formas de ocupação — com ou sem carteira assinada, temporárias e por conta própria — e só classifica como desocupado quem procurou emprego nos 30 dias anteriores à entrevista.
Renda em alta, mas informalidade ainda preocupa
Apesar do desempenho positivo no emprego, o Espírito Santo registrou 39% de informalidade, índice ligeiramente superior à média nacional de 38,1%. O rendimento médio do trabalhador capixaba ficou em R$ 3.497, um pouco abaixo dos R$ 3.560 registrados no país.
Ainda assim, o mercado de trabalho aquecido e a maior estabilidade de renda contribuem para fortalecer o poder de compra das famílias, fator determinante para o setor imobiliário.
O que isso significa para o mercado
Desemprego baixo e renda em crescimento são ingredientes essenciais para o aquecimento do mercado imobiliário. Com mais pessoas empregadas, aumenta a capacidade de financiamento, a confiança do consumidor e a procura por imóveis — tanto para moradia quanto para investimento.
Na Grande Vitória, esse cenário favorável se soma à chegada de novos empreendimentos e à expansão da infraestrutura. Para quem planeja comprar ou investir, 2026 se desenha como um ano estratégico: o mercado está aquecido, mas ainda há oportunidades antes da próxima onda de valorização.
Baseado em informações publicadas por Folha Vitória.
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