Espírito Santo sobe para 5º lugar em competitividade estadual nacional
O Estado avançou duas posições no ranking de competitividade nacional, alcançando a 5ª colocação em 2026. Melhorias em infraestrutura, segurança pública e capital humano impulsionaram o resultado e reforçam perspectivas de crescimento econômico.
Um salto significativo na competitividade regional
O Espírito Santo conquistou posição de destaque no cenário nacional, saltando da sétima para a quinta posição no ranking de competitividade entre estados, segundo levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP). Esse avanço reflete esforços em múltiplas frentes e sinaliza que a região é cada vez mais atrativa para investimentos e negócios.
Quais áreas impulsionaram o crescimento
Três pilares foram fundamentais para essa evolução: Segurança Pública, onde o Estado avançou quatro posições (da 23ª para 19ª); Eficiência da Máquina Pública, também com ganho de quatro posições (da 8ª para 4ª); e Capital Humano, que evoluiu três posições (da 8ª para 5ª). Além disso, o Espírito Santo mantém a posição de liderança absoluta em Solidez Fiscal, com pontuação máxima, e segue em segundo lugar na categoria Infraestrutura.
Alinhamento com metas de longo prazo
O resultado antecipa a meta estabelecida no plano ES 500 Anos, que previa levar o Estado aos cinco mais competitivos do Brasil até 2035. O alcance antecipado dessa meta indica que as políticas e investimentos regionais estão produzindo frutos concretos. A pontuação geral do Estado saltou de 63,1 em 2025 para 67,2 em 2026, representando crescimento de 6,6%.
O que isso significa para o mercado
Para o mercado imobiliário, indicadores de competitividade são sinais claros de atratividade regional. Estados mais competitivos atraem mais negócios, geram mais empregos, e consequentemente aumentam a demanda por imóveis residenciais e comerciais. A melhora em Segurança Pública é particularmente relevante, pois afeta diretamente a qualidade de vida e a decisão de moradores e empresas em se estabelecer na região.
O destaque em Eficiência da Máquina Pública sugere que investimentos em infraestrutura e serviços tendem a ser implementados com maior rapidez. Para incorporadoras e investidores imobiliários, isso significa menor burocracia na aprovação de projetos e maior previsibilidade nas licenças de construção. A melhora em Capital Humano reforça o potencial de crescimento econômico local, criando base sólida para valorização de imóveis e maior demanda de moradia de qualidade.
Baseado em informações publicadas por Folha Vitória.
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